quarta-feira, 26 de março de 2014

O CRESCIMENTO PÓS-NATAL EM ESTATURA SEGUE UM PADRÃO CARACTERÍSTICO EM CRIANÇAS, INFANTIL, JUVENIL NORMAL. A MAIOR TAXA DE CRESCIMENTO GLOBAL OCORRE NO FETO, A MAIOR TAXA DE CRESCIMENTO PÓS-NATAL LOGO APÓS O NASCIMENTO E SEGUE-SE UMA MENOR TAXA DE CRESCIMENTO NA METADE DA INFÂNCIA, ENTRETANTO, NEM SEMPRE ESTA MENOR TAXA DE CRESCER CRIANÇA, INFANTIL É UM SINAL DE NORMALIDADE E DEVE SER ANALIZADA POR UM ENDOCRINOLOGISTA. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

Existem dois períodos caracterizados por breves surtos de crescimento na infância: o surto de crescimento entre 1 ano e meio e os 3 anos de idade e o surto de crescimento entre os 4 e os 8 anos de idade. O surto de crescimento na metade da infância não ocorre em todas as crianças e infantis, sendo mais frequente em meninos do que em meninas e sua ocorrência é hereditária (parental). De uma maneira geral o crescimento é um processo biológico, de multiplicação e aumento do tamanho celular, expresso pelo aumento do tamanho corporal. Todo indivíduo nasce com um potencial genético de crescimento, que poderá ou não ser atingido, dependendo das condições de vida a que esteja submetido desde a concepção até a idade adulta. Portanto, pode-se dizer que o crescimento sofre influências de fatores intrínsecos (genéticos, metabólicos e malformações, muitas vezes correlacionados, ou seja, podem ser geneticamente determinados) e de fatores extrínsecos, dentre os quais se destacam a alimentação, a saúde, a higiene, problemas biopsicossociais, exercícios quando são adequados, a habitação e os cuidados gerais com a criança e o infantil. Após, outro platô, ocorre um aumento significativo na estatura e segue o surto de crescimento da puberdade, ocasionando um segundo pico da velocidade de crescimento linear, entretanto, nesta fase deve-se ficar muito atento por diversas variantes que podem ocorrer: o surto pode ser rápido mas não longo quanto ao aumento longitudinal, levando a uma baixa estatura idiopática, em outras palavras, o estirão que se esperava depende de uma constelação de variantes incluindo a genética. Um detalhe que é importante poderá ser estabelecido, isto é, trabalhos recentes de pesquisa tem demonstrado que raramente se consegue o ótimo do alvo geneticamente possível, ou seja, os 100% da capacidade de crescimento levando em consideração todos os fatores intercorrentes. 
O que se observa é um valor de crescimento estatural final em torno de 85 a 95% do alvo genético, este é um dos motivos que alguns pesquisadores sugerem que mesmo estando dentro do percentil correto da curva de crescimento, eventualmente a criança, infantil, juvenil e adolescente poderá alcançar a máxima da carga genética em se estimulando através das terapêuticas disponíveis incluídos o GH-hormônio de crescimento, principalmente os board-lines. Como consequência, as condições em que ocorre o crescimento em cada momento da vida da criança, infantil, juvenil, incluindo o período intrauterino, determinam as suas possibilidades de atingir ou não seu potencial máximo de crescimento, dotado por sua carga genética e fatores ambientais pós-natal. Na puberdade o final na taxa de crescimento ocorre quando as epífises e dos ossos longos fundem-se e o crescimento cessa.


NORMAL HEIGHT AND LOW HEIGHT AFTER NEWBORN AS VARIATIONS OF LONGITUDINAL GROWTH;DR.CAIO JR./DRA.CAIO.

GROWTH AFTER BIRTH IN HEIGHT FOLLOWS A PATTERN TYPICAL ON NORMAL CHILD, JUVENILE AND ADOLESCENT. LARGEST GLOBAL GROWTH RATE IN FETUS OCCURS, THE GREATEST GROWTH RATE AFTER BIRTH SOON AND FOLLOW UP A SMALL GROWTH RATE IN HALF OF CHILDHOOD, HOWEVER NOT ALWAYS RATE THIS MINOR CHILD GROW AND CHILD IS A SIGN OF NORMAL AND SHOULD BE ANALYZED BY ENDOCRINOLOGIST. PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

There are two periods characterized by brief spurts of growth in infancy: the growth spurt between 1 and ½ year and 3 years of age and the growth spurt between 4 and 8 years old. The growth spurt in middle childhood does not occur in all infants and children, being more frequent in boys than in girls and their occurrence is inherited (parental). 

In general growth is a biological process of multiplication and increase in cell size, expressed by the increase of the body size. Every individual is born with a genetic potential for growth, which may or may not be achieved depending on the conditions of life to which it is submitted from conception to adulthood. Therefore, one can say that the growth is influenced by intrinsic factors (genetic, metabolic and malformations often correlated ,e.g. , may be genetically determined) and extrinsic factors, among which stand out the food, health, hygiene, biopsychosocial problems, exercises when appropriate, housing and general care for the child. After another plateau , there is a significant increase in height and follows the growth spurt of puberty, causing a second peak in the rate of linear increase, however, this phase should be very careful several variations that can occur : the outbreak can be fast but not long as the longitudinal increase, leading to a idiopathic short stature, in other words, the expected spurt that depends on a constellation including genetic variants. One detail that is important can be established, e.g., recent research has shown that rarely achieves great from genetically possible target, e.g., 100% capacity growth taking into account all intercurrent factors. What is observed is a value growth of final height around from 85 to 95% of the genetic target, this is one reason that some researchers suggest that although within the correct percentile growth curve eventually the child, infant and adolescent can achieve maximum genetic load is stimulating through the available therapies included GH-growth hormone, mostly board-lines. As a result, the conditions in which growth occurs, in each moment of the juvenile child, including the intrauterine period, determine their chances of achieving or not its maximum growth potential, endowed by their genetic background and environmental factors postnatal. At the end of puberty in growth rate occurs until the epiphysis of the long bones fuse and growth ceases.


Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611



Dra. Henriqueta V. Caio

Endocrinologista – Medicina Interna

CRM 28930


Como saber mais:
1. Em que pese uma importante variabilidade na época de aparecimento dos núcleos de ossificação (vide em seguida), a ordem de aparecimento é bastante constante...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. Para as mãos e punhos (30 centros) a ordem de início da ossificação dos centros é a seguinte O último núcleo é o correspondente ao sesamóide do adutor do polegar...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. O fato da IO–idade óssea ser determinada por comparação com padrões preestabelecidos, e de serem estes geralmente os apresentados por Greülich & Pyle, podem ser questionáveis...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio, H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Alberch, P., Gould, S.J., Oster, G. & Wake, D. 1979. Size and shape in ontogeny and phylogeny. Paleobiology 5: 296±317; Alberch, P. 1982. Developmental constraints in evolutionary processes. In: Evolution and Development (J. T. Bonner, ed.),pp. 313±332. Springer-Verlag, Berlin. Atchley, W.R. 1987. Developmental quantitative genetics and the evolution of ontogenies. Evolution 41: 316±330; Atchley, W.R. & Rutledge, J.J. 1980. Genetic components of size and shape. I. Dynamics of components of phenotypic variability and covariability during ontogeny in the laboratory rat. Evolution 34: 1161±1173; Atchley, W.R., Xu, S. & Cowley, D.E. 1997. Altering developmental trajectories in mice by restricted index selection. Genetics 146: 629±640; Badyaev, A.V. 1993. Breeding biology of the gold-fronted serin (Serinus pusillus) in a subalpine zone of Pamir Mountains.Biol.Sciences (Biol. Nauk) 348: 89±99; Badyaev, A.V. 1994. Breeding biology of white-winged grosbeak (Mycerobas carnipes) in the Pamir Mountains.Bull. MOIP (Biol.Div.)99: 20±28; Badyaev, A.V. 1997a. Avian life history variation along altitudinal gradients: an example with Cardueline Ænches. Oecologia 111: 357±364; Badyaev, A.V. 1997b. Covariation between sexually selected and life history traits: an example with Cardueline Ænches.Oikos 80: 128±138; Badyaev, A.V. & Ghalambor, C.K. 1998. Does a trade-off exist between sexual ornamentation and ecological plasticity?Sexual dichromatism and occupied elevational range in Ænches.Oikos 82: 319±325.


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terça-feira, 25 de março de 2014

FATORES MATERNOS QUE IMPLICAM NA BAIXA ALTURA DESDE A FASE INTRA-ÚTERO DE FETO, NEONATAL, CRIANÇA, INFANTIL, JUVENIL FREQUENTEMENTE EXPRESSOS NO AMBIENTE UTERINO EXERCEM MAIS INFLUÊNCIA SOBRE O TAMANHO AO NASCER DO QUE FATORES PATERNOS, E POR CONSEGUINTE AO ULTRAPASSAR PARA OUTRAS FASES. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

A estatura materna apresenta uma melhor correlação com o tamanho do feto que a estatura paterna. Entretanto, temos que levar em consideração os caracteres parentais, visto que muitas das situações que levam humanos a baixa estatura longitudinal estarem ligadas a outros fatores que não necessariamente tenham características de gênero específicas podem ser mutações ou disfunções que na sequência fetal podem levar a este comprometimento; também não nos devemos esquecer que a terapêutica mais adequada no caso de deficiência como no caso do DGH-deficiência do hormônio de crescimento e sua recomposição pós-fetal por DNA-recombinante é uma terapêutica recente, além dos fatores exógenos clássicos. No entanto, existe um componente genético em relação à estatura ao nascimento que não é especificamente relacionado ao sexo. Os primogênitos são em média 100 g mais pesados do que os filhos seguintes. A idade materna acima de 38 anos leva a uma redução do peso ao nascer; crianças do sexo masculino são mais pesadas do que as crianças do sexo feminino, em média 150 a 200 g. A desnutrição materna é a condição mais importante no mundo a ocasionar baixo peso e baixa estatura no nascimento. Doenças maternas crônicas e eclampsia também podem ocasionar um crescimento fetal inadequado. A ingestão de álcool por parte da mãe apresenta efeitos adversos severos sobe a estatura do feto e seu desenvolvimento mental, predispondo a outras anormalidades físicas encontradas na síndrome alcoólica fetal, tais como microcefalia, retardo mental, hipoplasia facial, fissuras palpebrais pequenas, nariz alargado, filtrum alongado e borda labial estreita. As crianças afetadas nunca se recuperam desta perda da estatura, porém apresentam taxas de crescimento normal, em outras palavras, como estatura não se recupera, ou seja, só cresce após reposição ou estimulação em caso de deficiência, seja criança, infantil ou juvenil eventuais correções precoces serão de grande ajuda no sentido de conseguirem a estatura alvo genética apropriada.
O abuso de outras substâncias e o uso crônico de algumas medicações (p. ex., fenitoína) pode ocasionar um RCIU-Retardo de crescimento intrauterino. O tabagismo não só ocasiona um retardo do crescimento intrauterino como também pode causar redução de crescimento estatural longitudinal pós-natal em crianças, por até cinco anos após o parto. Infecções maternas, mais comumente como a toxoplasmose, rubéola, infecções por citomegalovírus, herpes simplex e por HIV - causam várias anormalidades no desenvolvimento, assim como redução da estatura longitudinal ou linear ao nascimento que invariavelmente irá influenciar no desenvolvimento pondo estatural se não corrigido no caso de deficiência do GH – hormônio de crescimento, será vitalício.

 

HEIGHT LOW MATERNAL FACTORS, THE FETUS, NEWBORN CHILD, JUVENILE AND YOUTH: DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

MATERNAL FACTORS WHICH INVOLVE IN LOWER LEVEL HEIGHT FROM THE INTRA UTERUS OF FETAL, NEWBORN,  JUVENILE AND YOUTH, OFTEN EXPRESSED ON ENVIRONMENTAL, IN THE WOMB, HAVE MORE INFLUENCE OVER SIZE TO SUNRISE FACTORS THAT PARENTAL EXERT MORE INFLUENCE ON SIZE AT BIRTH OF PARENTAL FACTORS THAT, AND THEREFORE THE OTHER TO EXCEED PHASES. PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

Maternal height has a better correlation with the size of the fetus that paternal height. 
 However we have to take into account the parental characters, since many of the situations that lead humans to low longitudinal height is linked to other factors that have not necessarily gender: specific characteristics, can be mutations or dysfunctions that fetal sequence can lead to this impairment, also we should not forget that the most appropriate treatment in the event of disability as in the GHD-deficiency of growth and rebuilding its post-fetal hormone by recombinant DNA is a recent therapy, in addition to classical exogenous factors. However there is a genetic component in relation to stature at birth which is not specifically related to sex. The firstborn are on average 100 g heavier than the following children. Maternal age over 38 years leads to a reduction in birth weight, male child are heavier than female child, on average 150-200 g. Maternal malnutrition is the most important condition in the world to cause low birth weight and short stature at birth. Chronic maternal diseases and eclampsy may also cause an inadequate fetal growth. Alcohol intake by the mother has severe adverse effects rises the height of the fetus and mental development, predisposing to other physical abnormalities seen in fetal alcohol syndrome such as microcephaly, mental retardation, facial hypoplasia, small palpebral fissures, broad nose, filtrum elongated and narrow labial edge. Affected children never recover from this loss of height, but exhibit normal growth rates, in other words, how height does not recover, i.e., only grows after stimulation or replacement in case of disability, be they children, youth or child, any early corrections will be of great help in order to achieve appropriate genetic target height. The other substance abuse and chronic use of certain medications (e.g., Phenytoin) may cause an IUGR-intrauterine growth retardation. Smoking not only causes intrauterine growth retardation and may also cause reduction of postnatal longitudinal height growth in children up to five years after birth. 
Maternal infections: most commonly as toxoplasmosis, rubella, cytomegalovirus infection, herpes simplex and HIV - cause various developmental abnormalities, as well as reduced longitudinal or linear birth which will invariably influence the development putting stature if not corrected in case of GH deficiency - growth hormone, will be lifelong.

 


Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. Um adolescente está com seu desenvolvimento completo, quando seu corpo possui a capacidade de reprodução sexual para permitir a fertilização...
 
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com

2. A leptina também participa de uma série de outros processos fisiológicos, incluindo o desenvolvimento puberal e a manutenção da função reprodutiva na mulher...
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3. Portanto, a puberdade é iniciada por sinais hormonais do cérebro que vão para as gônadas, os testículos nos meninos e os ovários nas meninas (com a mesma capacidade de reproduzir, embora suas capacidades tenham detalhes diferentes quanto ao amadurecimento, mas nas mesmas fases (fêmea))...
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO 
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio, H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Tromboembolismo Venos (VTE) - Orientações para tratamento em municípios C. Bengt Wahlström, departamento de emergência, Uppsala Hospital Acadêmico. Janeiro 2008;  Wang S, um L, Cochran SD (2002). "Mulheres". Em Detels R, J McEwen, Beaglehole R, Tanaka H. Oxford livro da saúde pública (4 ª ed.). Oxford University Press. pp. 1587-601;  "Os problemas de saúde na gravidez" . Medline Plus . EUA National Library of Medicine; Merck "fatores de risco presentes antes da gravidez" . Manual Merck Início Caderneta de Saúde . Merck Sharp & Dohme;  Centros para Controle e Prevenção de Doenças. 2007. prevenção do tabagismo e exposição ao fumo passivo Antes, durante e após a gravidez ; Centros para Controle e Prevenção de Doenças. 2009. Uso do Tabaco e gravidez:. Início ;  "New Mãe Fact Sheet: o uso da metanfetamina durante a gravidez" . Dakota do Norte Departamento de Saúde . Retirado 7 de outubro, 2011 ; Grotta, Sheri; LaGasse, Linda; Arria, Amelia; Derauf, Chris (30 de Junho de 2009). "Padrões de Metanfetamina Uso durante a gravidez: Resultados do estudo IDEAL" . Matern Saúde Infantil J 14(4): 519 - 527. doi : 10.1007/s10995-009-0491-0 . PMC  2.895.902 . PMID  19565330 ; Gavin, AR; Holzman, C; Siefert, K; Tian, ​​Y (2009). "Sintomas MATERNA depressiva, depressão e uso de medicação psiquiátrica EM RELAÇÃO AO RISCO DE parto prematuro" . Questões de Saúde da Mulher 19 (5): 325-34. doi : 10.1016/j.whi. 2009.05.004 . PMC  2.839.867 . PMID  19733802 ; Eisenberg, Leon; Brown, Sarah Hart (1995). As melhores intenções: gravidez indesejada e para o bem-estar das crianças e das famílias . Washington, DC:. National Academy Press ISBN  0-309-05230-0 . Retirado 2011/09/03 ;  "Planejamento Familiar - Healthy People 2020" . Retirado 2011/08/18 ;  Evers, ACC; Brouwers, HAA; Hukkelhoven, CWPM; Nikkels, PGJ; Boon, J.; Van Egmond-Linden, A.; Hillegersberg, J.; Snuif, YS; Sterken-Hooisma, S.; Bruinse, HW; Kwee, A. (2010). "A mortalidade perinatal e morbidade grave em gestações de baixo e alto risco prazo na Holanda: estudo de coorte prospectivo." BMJ 341 :. c5639 doi : 10.1136/bmj.c5639 . PMID  21045050 ; Neal, Todd (2011). "Medical News: Sistema Holandês de Cuidados Obstétricos posta em causa - em OB / Gyn, Gravidez de MedPage Today" . medpagetoday.com . Retirado 27 de janeiro de 2011 . "A gravidez 'baixo risco' na Holanda pode realmente apresentam um risco maior de morte perinatal do que uma gravidez de" alto risco ", os pesquisadores descobriram."


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